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combinação com algumas proteínas, o cobre produz enzimas que agem como catalisadores
para o desempenho de várias funções no corpo. Sua deficiência pode causar
diversas doenças ou disfunções. Confira a seguir suas principais formas
de atuação.
Desenvolvimento
infantil: A deficiência de cobre no organismo pode causar desnutrição
e tornar o crescimento e o desenvolvimento da criança mais lento que o desejável.
Processo imunológico:
Uma quantidade insuficiente de cobre influi no sistema de defesa do organismo,
tornado-o mais suscetível a infecções.
Anemia: Normalmente
associada à falta de ferro, esta disfunção também pode ser ocasionada pela
escassez do cobre.
Fortalecimento ósseo:
O cobre tem papel importante no metabolismo de formação dos ossos, de forma
que sua deficiência pode favorecer deformidades e fraturas.
Colesterol:
As gorduras são necessárias para o perfeito funcionamento do organismo,
principalmente como fonte de energia, na produção de hormônios e na composição
celular. O que pode ser nocivo é o tipo de gordura ingerida ou seu excesso.
O colesterol é um tipo de gordura que se apresenta de duas formas, a maléfica
(LDL) e a benéfica (HDL). Uma dieta pobre em cobre aumenta o colesterol
total, gerando um aumento do LDL e reduzindo o HDL. O “colesterol ruim”
deposita-se então nos vasos sanguíneos, podendo causar obstruções, infartos
e derrames cerebrais.
Antioxidante:
Em seu metabolismo regular, as células produzem substâncias chamadas radicais
livres, que podem ocasionar uma oxidação celular. As principais conseqüências
deste processo são o envelhecimento precoce e o aparecimento de doenças
cardiovasculares. Para combater os radicais livres, o organismo conta com
um processo enzimático protetor, no qual a participação do cobre é fundamental.
Pigmentação da pele:
A melanina é a proteína responsável pela coloração da pele. A deficiência
de cobre diminui a produção desta substância no organismo, comprometendo
principalmente a defesa contra os raios solares nocivos.
Desenvolvimento
cerebral: A deficiência de cobre encontrada na Síndrome de Menkes está
relacionada ao retardamento mental que ocorre quando esta escassez do nutriente
se dá na vida intra-uterina. O mesmo não ocorre quando a deficiência é adquirida
após o nascimento, o que sugere a importância desta substância no desenvolvimento
do sistema nervoso central.
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